PORQUE A NOBREZA ESTÁ NOS OLHOS DE QUEM PAGA
Tamiris Vaz
A náusea me inspira. Como profere Sartre, “nos cafés tudo está sempre normal”. Necessitas ostentar tua natureza nobre e luxuosa, convidas-me para um café!
Meio gole de poder. Açúcar ou adoçante? Algumas muitas moedas, a garganta ainda seca e todos muito satisfeitos. Queixo levemente erguido, sem exageros pois soa vulgar, coluna ereta.
O sorriso preferencialmente deve ser discreto e nunca mostrar os dentes.
O mundo é sujo, as pessoas são imperfeitas, o sol é quente, as paredes são úmidas, mas os cafés... estes sim, são a sociedade no ápice da perfeição...
Sorte a nossa, e a dos cafés... que as almas não são transparentes, pois a digestão não é algo tão nobre e tão belo assim.
pena que ainda não posso estar ai para ei ver....
ResponderExcluirmas eu admiro e gosto muito do trabalho de vcs, parabens!
tem novo artigo no O SOM EM PALAVRAS, passa lá e deixa sua opnião.
osomempalavras.blogspot.com
abraço
Olá!
ResponderExcluirSou a Maura, que também poetizou as paredes do dce nesse último sábado.
Gostei muito do trabalho de vocês e acabei procurando mais sobre.
Certamente estárei na abertura.
Sucesso pra vocês e espero poder trocar e dividir algumas idéais!